Páginas

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Salão do Automóvel - carros futuristas

Lexus pressão:

Carro muito estiloso:
Carro muito estranho:
Jeep futurista:
Um Citroen e...
e Lightning McQueen:


terça-feira, 14 de outubro de 2008

Fogos de Montmartre

No sábado, fomos ver o espetáculo de fogos de artíficio em Montmartre, ao som de música francesa, incluindo Hyne a l'Amour de Edith Piaf.



Como dá pra ver, a frente da Igreja estava toda tomada de gente assistindo e tirando fotos dos fogos.

E, depois de ver os Fogos de Versailles e de La Defense, tô começando a melhorar nas fotos (ou então foi sorte mesmo!).

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Tram


O Tram é um bonde moderno que roda em volta de Paris. Acho que é o mesmo estilo de transporte público que querem implantar na W3 em Brasília. 

Aliás, se tivessem construído um bonde como esse onde hoje será (algum dia... quem sabe...) o eterno metrô em construção de Salvador, teria sido muito mais rápido e barato. Mas se não fizessem aquele elevado horroroso, como iam roubar tanto...


O engraçado é que não tem roleta para entrar no tram, você entra e tem de validar seu bilhete ou seu cartão em uma das maquinhas espalhadas pelo bonde. 





sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Conciergerie ao Pôr-do-sol



Para mim é um dos prédios mais bonitos de Paris.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Hôtel de Ville de dia


Essa é a sede da Prefeitura de Paris. Desde 1357 a sede municipal de Paris fica no mesmo lugar, mas o prédio atual é bem mais novo... planejado em 1533, ou seja, mais antigo que Salvador, mas só terminou de ser construído em 1628.
.


Hôtel de Ville à noite

De noite com o prédio todo iluminado, ele é ainda mais bonito.

domingo, 5 de outubro de 2008

La Nuit Blanche (ou A Noite Perdida, em bom português)

Sábado a noite saimos para presenciar um evento que vinha tendo uma propaganda danada aqui em Paris. La Nuit Blanche, em que a idéia é passar uma noite acordado andando pela cidade e vendo obras de artes em lugares inusitados.

Infelizmente, não pesquisamos muito sobre isso e só quando já estávamos no meio da rua, num frio de 12 graus, chuvoso e (eu já disse???) frio, é que descobrimos que as obras de artes eram "instalações de artistas modernos", ou seja, qualquer coisa sem-sentido que um metido a besta diga que é arte.

E então vimos isso:

E isso:

E isso:
Quer dizer, nem vimos porque tinha uma fila enorma para ver... se eu entendi bem o que dizia o cartaz... bonecos de coelhos gigantes cantando uma ópera moderna...

E finalmente, a atração mais falada pela imprensa era isso:
Uma torre iluminada por uns holofotes projetando a imagem da própria torre... Carol até achou que a imagem se movia, mas eu não vi nada.

Quando desistimos de ver o resto das "obras de arte" e resolvemos voltar pra casa... bem, aí começou a epopéia da volta ao lar, quase no estilo de Ulisses e a Odisséia.

Parte I:  quando voltamos o metro estava lotado, absurdamente lotado e só passava de 15 em 15 minutos... sem chance de conseguir entrar na lata de sardinha. Então desistimos e resolvemos voltar a um bar para tomar um chocolate quente (afinal, a noite estava fria). Bem, duas da manhã todas as cafeterias estavam fechando e nós perdemos o último metro da linha 13...

Parte II: aí tivemos de descobrir onde pegar o ônibus noturno, o noctibus ou algo assim. Indo de uma lado para o outro tentando achar de onde saia o ônibus, porque não dava pra entender o mapa e tinha umas cinco paradas diferentes, uma de cada lado da praça. Finalmente, após duas tentativas erradas, nós (e mais umas 50 pessoas) vimos um ônibus da linha 51 passando e saímos correndo todos atrás do buzu para ver onde ele parava.

Antes de sair, eu tinha olhado na internet e sabia que a linha 51 passava perto de casa, então fiquei esperando passar pelo lugar conhecido, mas quando percebemos, já estávamos na Porta de Clichy e saindo de Paris!

Parte III - O Retorno: O motorista largou a gente perto de um viaduto e achamos o ponto pra esperar o 51 voltando. Foi quando descobrimos que se o ônibus estiver lotado ele segue um outro caminho e não passa perto de casa!!! 

Infelizmente faltou a foto dos súburbios de Paris, mas finalmente chegamos em casa as 3 e meia da manhã após um passeio até os confins de Paris...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Palais Royal


O que hoje é o Palais Royal foi construído pelo Cardeal Richelieu (e por isso era chamado de Palais Cardinal enquanto Richelieu estava vivo). Era uma posição estratégica para uma residência porque ficava quase em frente ao Louvre, o palácio-fortaleza real. Após sua morte, Richelieu o deu em testamento a Louis XIII, Rei da França.

Luís XIV viveu aqui em sua infância e durante a Fronda, uma revolta dos nobres que protestavam contra a centralização do poder real. Numa noite, os nobres invadiram o quarto do rei para ver se ele estava realmente lá. O Rei fingiu dormir, e pouco depois ele e sua família fugiram de Paris. Quando retornaram, preferiram a segurança do Louvre ao luxo do Palais Royal.

O Palais Royal passou então para o irmão do rei e seus descendentes. Um deles, Philippe d'Orleans, endividado, construíu uma série de lojas e residências em torno do jardim para ganhar dinheiro com o aluguel. Durante o período pré-revolucionário, o jardim e as lojas em volta se tornaram o centro da vida cultural de Paris. 

Cafés, cassinos, teatros e prostitutas pelos corredores dos prédios. Assassinatos, escandâlos e conspirações ocorriam aqui. O movimento que levou a queda da Bastilha, começou aqui quando um agitador subiu numa mesa de um café e sacou duas pistolas, gritando "As armas, cidadãos!".

Por fim, esse primo do rei, que durante a revolução ficou conhecido como Philippe Égalité, e que era dono do Palais Royal, acabou guilhotinado durante a Revolução Francesa, embora tenha votado pela morte do Rei, seu primo.

Durante a Jornada do Patrimônio, nós fizemos uma visita guiada pelos jardins e interiores do Palais, e a guia falou de histórias que ocorreram ali. A mais interessante das que conseguimos ouvir (porque a mulher falava baixo e em francês!) era de um restaurante que não tinha garçons, você anotava na comando o que queria e a comanda descia por um "elevador" na mesa até o porão, onde a comida era preparada e voltava pelo "elevador" a mesa. Bom para conspiradores, eu imagino :)


O Palais Royal hoje em dia é sede de várias instituições do governo francês, como o Conselho de Estado, o Ministério da Cultura e o Conselho Constitucional. E também de vários restaurantes caríssimos para turistas ricos. Tem um restaurante que ainda é o mesmo da época pré-revolução. Imagine o quanto você deve ter de pagar pra sentar a bunda na mesma cadeira onde Danton sentou! E algumas obras de arte moderna de gosto duvidoso, como essa ai encima - uma série de colunas no meio do antigo pátio do palácio.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Palácio de Luxemburgo

O prédio em que fica o Senado foi construído em 1625 para acolher a família real, por ordem de Maria de Médicis, regente da França, que achava o Louvre desconfortável. Naquela época era praticamente um palácio de verão, situado no campo. Hoje em dia fica no meio de Paris, no Jardim de Luxemburgo, no Sexto Arrondsiment.


Durante a Revolução Francesa foi transformado em prisão, até que em 1804, Napoleão Bonaparte resolve criar ali o Senado do Império. No começo eram 80 senadores, que logo foram aumentando de número. 


Trono de Napoleão

Logo o lugar onde os senadores se reuniam ficou pequeno para acolher a todos e foi acrescentada toda uma nova ala em 1836.



Durante a II Guerra Mundial, a Luftwaffe transformou o palácio em sua sede em Paris.


O Senado tem uma enorme biblioteca para os Senadores com 450000 volumes


Escadaria de Honra do Senado


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Jornada do Patrimônio

Uma das coisas que eu gosta aqui é que, ao contrário do Brasil, na França o patrimônio histórico e cultural é valorizado. Não se faz uma reforma do Pelourinho em um governo, inaugura antes das eleições e depois se abandona como aconteceu em Salvador. Outra coisa, em uma cidade de interior provavelmente existem mais museus do que nas grandes capitais do Brasil.

Esse final de semana nós fomos participar da Jornada Européia do Patrimônio, que é um mega evento cultural e que ocorre todo terceiro fim de semana de setembro. Durante um fim de semana vários prédios públicos e particulares que normalmente ficam fechados ao público podem ser visitados.

Nós visitamos uma escola antiga, o Senado e o Palais Royal. Apenas três lugares de mais de uma centena que estavam abertos aos visitantes.

Abaixo, o que resta da primeira muralha de Paris, construída por Felipe, o Belo.

Cenas de Paris

Essa quem viu foi Carol.

Uma mulher no mêtro, voltando da academia e levando numa sacola seu tênis e seu baguete que iria comer um pouco mais tarde. Os dois juntos, com a sola do tênis tocando no pão...

Bois de Bologne

O Bois de Bologne é uma dos parques dos arredores de Paris.  Muito bonito, de fazer inveja nos parques de Brasília (que é quente e seco) e Salvador (que só existe no nome mesmo). Os parisienses lotam o parque no fim de semana.

Quando está fazendo sol é um ótimo lugar para passear no domingo... aproveitando que ainda estamos não estamos no inverno em Paris, e que ainda faz um sol (embora o vento seja frio).

Quem quiser pode passear de bote no lago que fica no meio do parque.

Mas eu prefiro mesmo ler um bom jornal ou livro sentado na grama.

O Bois de Bologne era famoso no século passado quando Manet pintou as corridas de cavalo no parque.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

França x Brasil


Para quem acha que o Brasil é complicado, com suas inúmeras Constituições (já estamos em qual? A oitava?) saiba que a França não fica muito atrás!

Outro dia estávamos tentando entender a história da França. Porque por aqui eles já estão na V República. 

E isso desde a Revolução Francesa (1789) e ainda teve dois impérios no meio (Napoleão e depois seu sobrinho, Napoleão III).

Ou seja, mais uma coisa que puxamos dos franceses além do sistema burocrático (uma repartição aqui é igualzinha a uma do Brasil, hehehe... ).

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Fogos de La Defense

Foram 40 minutos de fogos e música para comemorar o aniversário de La Defense. E consegui tirar umas boas fotos dos fogos.







O mais legal era o fogo que saia de perto do Arco. Dava pra sentir o calor de onde a gente estava.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

La Defense

La Defense é um distrito financeiro nos subúrbios de Paris.

Se fosse em Brasília seria chamada de SAEN (Setor de Áreas Empresarias Norte) ou algo assim.


Alguns dos prédios mais altos de Paris estão por aqui. E até 2015 mais torres serão construídas.

Do Arco do Triunfo você consegue ver os prédios de La Defense ao fundo. O mais famoso deles e é o Arco de La Defense, que se alinha com o Arco do Triunfo, a Champs Elysée e o museu do Louvre.

No dia 9, La Defense fez 50 anos. E eles fizeram um foguetório pra comemorar.




Aqui é o povo se reunindo pra ver o espetáculo. O lugar encheu de uma hora pra outra. Quando chegamos todos os restaurantes ainda abertos estavam com filas gigantescas, mas Carol conseguiu encontrar um supermercado aberto e fizemos um lanche enquanto esperávamos o show de fogos começar.

Amanhã posto fotos do show de fogos. Pela primeira vez consegui tirar boas fotos de fogos de artíficio!